terça-feira, 5 de janeiro de 2010

ODISSÉIA DAS MALAS - FIM

Antes de findar as primeiras 24 horas sem malas, duas delas foram devolvidas, entretanto não se tratava de nenhuma mala coringa. As menores malas foram devolvidas, uma delas continha apenas calçados e a outra casacos e acessórios. Ainda assim, a “olhos esverdeados” ficou contente, melhor duas malas na mão a ter quatro desaparecidas...

Os telefones e idas ao aeroporto competiram com os passeios turísticos e, ainda assim, os dias de férias no Velho Mundo findaram sem reaver as outras duas malas.

Passeio na medida, bagagem na desmedida! Lamentava a “olhos esverdeados” ao desembarcar em Guarulhos. A indenização de € 950,00 por item extraviado não a satisfizera, ela preferia as malas surradas a moeda supervalorizada.

Fim da viagem da “olhos esverdeados”, mas não o fim da odisséia das malas!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ODISSÉIA DAS MALAS - SEGUNDA PARTE

Assim que o formulário da Ground Force foi detalhadamente preenchido, o que restava a fazer era seguir ao hotel e dormir o máximo possível até o horário programado para o primeiro passeio na capital portuguesa. Descansar alguns minutos, não mais que 120, pois já passava das 4 da madruga quando a “olhos esverdeados” apanhou um táxi.


A esperança acompanhava-a, embora o motorista tenha relatado casos semelhantes com desfecho insatisfatório.

O nome do hotel, a apenas 5 minutos do aeroporto, mais tarde seria motivo de riso, já que o mesmo era chará do destino das malas: Roma! Errinho de quilometragem, apenas...

O dia passou rápido com a maratona aos pontos turísticos. Torre de Belém, Monastério dos Jerónimos, etc... A ausência de bagagem só foi percebida quando a "olhos esverdeados" retornou ao hotel, nenhuma notícia e nenhuma roupa, exceto a do corpo.

O segundo dia não iniciou com muito conforto, uma vez que usar a mesma roupa dia seguido não é propriamente agradável, portanto, a primeira atividade do dia fora a procura de um shopping com o intuito de comprar alguns itens essenciais do vestuário. Passeio de metrô, shopping, metrô, hotel e mais passeio e esquecimento do extravio.

O segundo retorno ao hotel após passeios não revelou nenhuma surpresa esperada, as bagagens ainda não haviam sido entregues. A noite de espera seguiu até a “olhos esverdeados” pegar no sono. Quando, mais uma vez, esquecia do ocorrido o telefone a fez abandonar os braços de Morfeu e retornar à realidade sem bagagem.

A odisséia de duas malas havia chegado ao fim, suspirou a "olhos esverdeados" assim que desligou o telefone.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ODISSÉIA DAS MALAS - PRIMEIRA PARTE

A esteira de bagagens percorre o espaço a ela destinado por uma, duas, três e mais vezes e nenhum olhar familiar sobre mala alguma parte dos tranquilos olhos esverdeados pertencentes a uma elegante desconhecida. O tempo passa e após exaustivos 30 minutos percorrendo a esteira em cada volta iniciada ela pára, o painel que informava a procedência daquelas bagagens exibe a mensagem de: última bagagem! A "olhos esverdeados", agora já nada tranquilos desabafa:

-Como?! E a minha mala?! Pensa alto, bem alto, a feliz recém aterrisada.

Sim, todos, inclusive a "olhos esverdeados", sempre acham que isso só ocorre com os demais. Erro umbigocêntrico! Todo viajante está sujeito às "intempéries dos voos". Então, assim que o umbigocentrismo se ausenta a viajante percebe que vivenciou mais uma construtiva experiência e agora precisa apenas seguir o protocólo do turista sem mala, abrir um processo junto ao setor competente e torcer para que sua bagagem seja encontrada.

Além de o voo sair com atraso, ainda ocorre o extravio de todas as 4 malas despachadas?! Isso ela não pensou alto, apenas desabafou para outro sofredor do mesmo mal, enquanto aguardava sua vez de registrar o ocorrido.

-Boa noite, eu sou o Pedro, não o Álvarez Cabral, portanto não o descobridor de vosso país, tampouco de vossas malas, ainda assim, poderei iniciar a "odisséia das malas". Elétricamente falou o simpatissímo português logo que a vez da "olhos esverdeados" chegou.



O local é Portugal, mas decididamente o Pedro não é o Álvarez Cabral!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O FIM É O INÍCIO.


2009 segue imperativamente aproveitando seus últimos dias, gasta-os com grande esmero. Cada segundo, minuto e hora são sorvidos numa caminhada regressiva! O tempo destinado a 2009 diminui e a sensação de existência aumenta, a percepção da condição de caminhante num caminho repetidamente esgotado e renovado traz à tona a consciência de continuidade.

2009 parte a galope rumo ao pretérito, se acomoda mais e mais nas memórias daqueles que o viveram.

2009 , tal qual maratonista determinado, corre, corre e corre e se mantêm firme em seu propósito: finalizar.

2009 finaliza sua jornada para 2010 iniciar. Os anos passam, outros anos vem e com eles, vida. O fim é o início!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

CURITIBAR

Curitiba, por suas ruas molhadas e congestionadas devido a chuva ininterrupta curitibamos, caminhamos com largos sorrisos nos rostos e seguimos sem rumo, apenas aproveitamos suas imagens úmidas.

Curitiba, seu céu agora cinza espesso apresenta-se como um fundo neutro, assim, muitas imagens antes secundárias passam para o primeiro plano, são vistas e contempladas como a mais nova exposição do MON.

Curitiba, em teus dias camaleônicos nós vivemos!!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

DIAS E DIAS...


Dia: espaço entre uma noite e outra (unidade de 24 horas de tempo!).

2009: 365 deles.
Janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, JULHO e: duas semanas de férias escolares, 25 dias de chuva julina e o desespero da Gripe Suína.







Agosto: início com recesso escolar devido ao risco invisível da gripe e dias de isolamento social. Sem aniversários, teatro, cinema, restaurantes... Dias sem precedentes em minha memória! Dias de olhar esperançosamente para o calendário e visualizar setembro, outubro, novembro e dezembro com dias de vida normal de novo!


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

HOJE

Hoje é o amanhã
do ontem e amanhã hoje
será o ontem de outro hoje...
... é sempre hoje!!!